Bem vindos á “Artecura”!

Oferecemos trabalho individual e de grupo para pessoas de idade em lares. A criação através do diálogo artificial e a criação artística abre novos caminhos à comunicação. Aprenderá novamente a encontrar formas de comunicação mais satisfatórias com os que o rodeiam.  Ofereço workshops e seminários também no âmbito da formação profissional. Desde há 10 anos trabalho com arte e terapia, concentrando-me nos cuidados das pessoas que sofrem de demência. Veja nesta pagina o "artecura - projecto com retratos desenhados" feito por Claudia Bueler. Para ver imagems, por favor, clique á sua direita. Em caso que deseje obter mais informações, é favor entrar em contacto. O "projecto com retratos" contem três phases quais são organizadas durante três semanas. Para ver photografias clique: album

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“Desenhar retratos”

Um trabalho de muita sensibilidade dirigido a pessoas que sofrem de demência: Durante um determinado período de tempo, previamente acordado, desenho os retratos dos/das participantes que posteriormente, durante uma “semana de projecto”,  serão por eles/elas preenchidos a cores. Os projectos poderão ser concluídos, no âmbito de pequenos eventos, com exposições das imagens criadas.

A terapia pela arte é um método suave. A arte pode fazer bem a todas as pessoas, mesmo se uma pessoa devido a uma doença tem uma maneira diferente de estar no mundo. A sua capacidade de percepção é estimulada. Exercícios especiais de efeito suave e holístico vitalizam os cinco sentidos.
A pintura consola-nos. Através dela, podemos “libertar a nossa alma”, podemos comunicar, somos vistos e compreendidos. Podemos dizer algo sem ter de falar.

Neste projecto as pessoas confrontam-se com caras conhecidas através da pintura. Os desenhos dos retratos e o seu preenchimento pela cor constituem um processo terapêutico muito especial para as pessoas que nele participam.

Numa primeira fase desenho retratos de voluntários residentes em lares para a terceira idade (até hoje trabalhei, entre outros, em lares da Cruz Vermelha Alemã). Integro-me no dia-a-dia dos residentes, permaneço com eles nas salas de convívio tentando estabelecer contacto. Desenho os seus retratos enquanto conversamos. 
Numa segunda fase, os desenhos são copiados e colocados à disposição de todos os residentes para os preencherem com cores. A pintura contribui em primeiro lugar para fomentar a percepção e treinar as capacidades dos participantes. Mas ela pode muito mais! O efeito obtido por cada pincelada é sentido como um sucesso. E ao dedicarmo-nos de forma tão intensa ao nosso próprio retrato ou ao de um outro residente, surgem sentimentos de dignidade e valorização.
Ninguém sabe exactamente o que acontece dentro de nós através deste confronto artístico, mas a acção representa um sinal de compaixão para os residentes.

O “atelier aberto”

Para trabalhar em termos da terapia pela arte, tentamos construir uma atmosfera na qual os participantes se sentem protegidos e estimulados para a actividade artística. O “atelier aberto” para a nossa semana de projecto pode ter lugar no corredor, na sala de convívio ou no pátio coberto. Somos flexíveis e adaptamo-nos às possibilidades de cada casa.  
  
A semana de projecto foi concebida de forma que cada residente pode permanecer no atelier o tempo que quiser, em qualquer altura do dia. Por isso o atelier aberto deve ter espaço suficiente para todos os participantes e também para os “espectadores” que querem apenas observar. Colocamos à disposição uma variedade de materiais. Assim, todos os visitantes podem decidir espontaneamente participar no atelier.

 
         
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